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29/10/25 - às 13:20
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Hoje, 29 de outubro, é celebrado o Dia Nacional do Livro. A data marca a criação da Biblioteca Nacional, em 1810, e é um convite para parar e lembrar por que o livro ainda importa tanto. Para mim, livro não é só um objeto: é memória, é conhecimento guardado e repassado, é companhia, é ferramenta de transformação.
Quando a gente fala em Dia do Livro, a gente fala também em acesso. Desde os primeiros acervos até hoje, o livro cumpre o papel de preservar a história e espalhar informação, tornando o conhecimento algo que deve ser público, não privilégio de poucos. Isso é patrimônio cultural.
O livro também tem um lado muito humano. Ler é aprender, mas também é imaginar. É passar por outras realidades, outras dores, outras alegrias, outras verdades — e voltar diferente. Como diz a frase atribuída a Clarice Lispector, “ler é viver outras vidas sem deixar de ser quem somos”. Acho que isso explica bem por que a leitura segue essencial mesmo em tempos de tela.
Defender livro é defender educação, cultura e futuro. Incentivar que crianças, jovens e adultos leiam é garantir voz, pensamento crítico e autonomia. É manter viva a nossa própria história da nossa cidade, do nosso estado, do nosso país.
O Dia Nacional do Livro não é só uma data no calendário. É um lembrete: quem lê amplia o mundo. E um mundo que lê é um mundo que pensa.