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10/12/25 - às 16:08
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Prudentópolis celebrou o Dia da Inclusão Social, comemorado em 10 de dezembro, com relatos que reforçam a importância de garantir que todas as pessoas tenham acesso aos mesmos direitos, às mesmas oportunidades e ao mesmo lugar de pertencimento na sociedade. A data, que dialoga com os princípios da Declaração Universal dos Direitos Humanos, convida a comunidade a olhar com sensibilidade para quem enfrenta barreiras diariamente — físicas, sociais, comunicacionais ou emocionais.
Pelos bairros e instituições do município, surgem histórias que emocionam e mostram como a inclusão transforma vidas de verdade. Há famílias que lutam por acessibilidade nas escolas, mães que se desdobram para oferecer autonomia aos filhos, jovens que encontraram no esporte uma forma de expressão, idosos que voltaram a circular pela cidade após adaptações simples, mas fundamentais. Cada relato traz a mesma mensagem: quando a sociedade abre espaço, as pessoas florescem.
Movimentos locais e projetos comunitários também vêm ganhando força, como iniciativas de acessibilidade em espaços públicos, grupos de apoio às pessoas com deficiência e ações voluntárias que criam equipamentos adaptados — esforços que mostram que a inclusão não é apenas política pública, mas um gesto diário de empatia e responsabilidade coletiva.
O Dia da Inclusão Social lembra que ainda há muito a avançar. Calçadas acessíveis, transporte adequado, oportunidades de trabalho, respeito às diferenças e ambientes sem preconceito são compromissos permanentes. Mas lembra, também, que Prudentópolis tem construído uma rede forte de cuidado e solidariedade, onde cada conquista é compartilhada e cada barreira derrubada abre caminho para muitas outras pessoas.
Neste 10 de dezembro, a mensagem que ecoa é clara e emocionante: ninguém deve ficar para trás. A inclusão social não é apenas um ideal — é uma prática que transforma realidades e dá sentido à palavra humanidade. Prudentópolis segue dando passos importantes, guiada por histórias de coragem, amor e luta, que inspiram toda a comunidade a seguir no mesmo caminho.
O Dia da Inclusão Social, celebrado em 10 de dezembro, é uma data dedicada a reforçar o compromisso da sociedade com a promoção da igualdade, da acessibilidade e do respeito às diferenças. A escolha do dia acompanha a comemoração da Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada pela ONU em 10 de dezembro de 1948, documento que se tornou marco na defesa da dignidade humana e na luta contra qualquer forma de discriminação.
No Brasil, as políticas de inclusão social ganharam força especialmente a partir da criação da Lei Brasileira de Inclusão (LBI) — Lei nº 13.146/2015, também conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência. Aprovada em 6 de julho de 2015 e em vigor desde janeiro de 2016, a LBI estabelece direitos e garantias fundamentais para pessoas com deficiência, incluindo acessibilidade, educação inclusiva, mobilidade, saúde, emprego, prioridade no atendimento e combate a práticas discriminatórias. Ela se soma a outras legislações que ao longo das últimas décadas visam reduzir desigualdades e ampliar o acesso de grupos historicamente excluídos às oportunidades sociais, econômicas e culturais.
A importância do Dia da Inclusão Social vai além da celebração simbólica. A data convida governos, instituições e cidadãos a refletirem sobre suas responsabilidades na construção de uma sociedade mais justa, onde todos possam participar plenamente, sem barreiras físicas, comunicacionais, econômicas ou atitudinais. A inclusão não se restringe às pessoas com deficiência — abrange também pessoas idosas, populações vulneráveis, grupos minoritários, pessoas em situação de pobreza e todos aqueles que enfrentam limitações impostas pelo ambiente social.
Promover a inclusão significa criar condições reais para que cada pessoa tenha acesso à educação, ao trabalho, à cultura, ao transporte, à saúde e ao convívio comunitário com autonomia e dignidade. Também pressupõe combater preconceitos, adaptar espaços, incentivar políticas públicas e desenvolver práticas que respeitem a diversidade.
Em um país marcado por desigualdades, o 10 de dezembro lembra que a inclusão é um processo contínuo e coletivo, que exige ações permanentes, diálogo e compromisso ético. É um chamado para que a sociedade avance rumo a um futuro em que ninguém fique para trás, e em que os direitos humanos sejam não apenas reconhecidos, mas plenamente vividos por todos.