Não perca nenhum LANCE!
Faça parte da nossa comunidade! E receba antes o que é notícia em promeira mão.
Desde 2015, informamos com imparcialidade, lutamos contra a desinformação e fortalecemos a comunidade. Nosso lance é você!
Confira os portais que fazem parte do Lance Notícias:
05/02/26 - às 14:30
Compartilhe:
A Prudentópolis, por meio de nota oficial, esclareceu a situação envolvendo as matrículas de alunos da localidade de Barreiro, no município de Guamiranga, que vinham sendo atendidos na Escola Municipal de Queimadas (Escola Ângela Alessi). O posicionamento foi divulgado após manifestações de moradores nas redes sociais questionando a continuidade do atendimento educacional.
Segundo a Prefeitura de Prudentópolis, os alunos do ensino infantil e do ensino fundamental I, residentes em Barreiro, estudavam originalmente em uma escola municipal daquele distrito, em Guamiranga. No entanto, a unidade foi interditada, o que levou ao seu fechamento. Diante da situação emergencial, Prudentópolis acolheu os estudantes de forma solidária e temporária, inicialmente pelo período de seis meses, enquanto se aguardava a regularização da escola de Barreiro.
Apesar do caráter provisório, a situação se estendeu ao longo dos anos de 2024 e 2025, sem que as obras necessárias fossem concluídas pelo município de origem dos alunos. Com o encerramento do ano letivo e sem a retomada das atividades na escola interditada, foi realizada uma reunião conjunta entre os dois municípios para discutir a continuidade do atendimento.
Na ocasião, Prudentópolis informou que só poderia manter os alunos de Guamiranga na Escola de Queimadas mediante um acordo de cooperação, que previa o fornecimento de transporte escolar por Guamiranga e a disponibilização de dois professores, enquanto Prudentópolis arcaria com os demais custos. Contudo, em 23 de janeiro de 2026, o Município de Guamiranga comunicou oficialmente que não teria condições de disponibilizar os professores, optando por realizar o transporte dos alunos para a sede do próprio município e distribuí-los em escolas e CMEIs locais.
A Prefeitura de Prudentópolis ressaltou ainda que a legislação educacional estabelece a competência territorial, determinando que o município onde o aluno reside é o responsável por garantir o atendimento educacional. Mesmo assim, o município afirma ter buscado alternativas de cooperação para minimizar impactos às famílias, proposta que acabou não sendo aceita.
Em contato com a equipe do Lance Prudentópolis, o Vice-prefeito de Guamiranga informou que, neste momento, o município não irá se pronunciar oficialmente sobre o assunto.
Por fim, a administração municipal de Prudentópolis reforçou que segue plenamente comprometida com a educação de seus alunos e com a aplicação correta dos recursos públicos em benefício de seus munícipes, destacando que o acolhimento realizado foi uma medida solidária e emergencial diante de uma situação excepcional.
