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26/01/26 - às 09:33
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A situação do abrigo mantido pela APASFA é preocupante. A ONG, que atua de forma 100% voluntária no resgate e cuidado de cães e gatos abandonados ou vítimas de maus-tratos, enfrenta superlotação e dificuldades financeiras crescentes. O cenário reflete um problema contínuo em Prudentópolis: o abandono recorrente de animais e a falta de conscientização sobre guarda responsável.
A seguir, entenda a situação por tópicos:
A APASFA é uma organização não governamental e sem fins lucrativos que atua na proteção animal em Prudentópolis. O trabalho é realizado exclusivamente por voluntários, sem recursos fixos, convênios permanentes ou equipe remunerada. A ONG resgata animais em situação de risco, oferece abrigo, alimentação, atendimento veterinário e promove adoções responsáveis.
O abrigo está atualmente acima da capacidade, com número elevado de cães e gatos acolhidos. Os resgates continuam acontecendo diariamente, enquanto as adoções não acompanham esse ritmo. Muitos animais chegam debilitados, doentes ou feridos, exigindo cuidados constantes e aumentando os custos com ração, medicamentos e atendimento veterinário.
A APASFA reforça que abandono de animais é crime, assim como qualquer forma de maus-tratos, conforme a Lei Federal nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais), com agravamento previsto pela Lei nº 14.064/2020.
As penalidades incluem:
Mesmo assim, casos de abandono seguem sendo registrados com frequência no município.
Para continuar funcionando, a APASFA precisa urgentemente do apoio da população. As principais necessidades são:
Toda ajuda, independentemente do valor, faz diferença.
A ONG destaca que a castração é fundamental para reduzir o número de abandonos. O procedimento:
A falta de castração é um dos principais fatores que levam à superlotação enfrentada atualmente.
A APASFA reforça que não é possível enfrentar o problema do abandono animal sozinha. A causa exige conscientização, denúncia de maus-tratos, adoção responsável e apoio contínuo da comunidade.
Cuidar dos animais é um dever coletivo, que começa com responsabilidade dentro de casa e se estende ao cuidado com a cidade.
Em meio à superlotação, a APASFA segue fazendo o possível para salvar vidas, mas alerta: sem ajuda, o trabalho fica cada vez mais difícil. A colaboração da população é essencial para garantir dignidade e cuidado aos animais que não têm voz.