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16/01/26 - às 10:16
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A produção audiovisual brasileira tem se destacado cada vez mais por retratar histórias que ressoam com o público ao explorar temas universais como identidade, pertencimento e relações humanas. É nesse contexto que surge o telefilme Meu Avô Stanislau, uma obra que promete emocionar, divertir e provocar reflexão, com estreia prevista em 2 de fevereiro de 2026 na programação “Tela Quente” da Rede Globo — trazendo o cinema brasileiro para o centro da atenção do público nacional com um olhar sensível e original sobre família e cultura local.
O telefilme, dirigido pelo cineasta paranaense Guto Pasko e produzido pela GP7 Cinema, foi gravado em grande parte em Prudentópolis, cidade conhecida como a capital nacional da cultura ucraniana, além de cenas em Curitiba. A escolha da cidade não é apenas geográfica: ela dialoga diretamente com a história que será contada, valorizando tradições, paisagens e o patrimônio cultural que marcam a região.
A trama acompanha Bóris, um adolescente de 17 anos tipicamente conectado ao mundo digital e viciado em jogos online. Depois de dificuldades no vestibular e preocupações de sua mãe, Natália, ele é enviado para passar uma temporada com seu avô Stanislau, um homem teimoso, respeitado e presidente da comunidade ucraniana local. Sem Wi-Fi ou conexão de internet decente no sítio do avô, Bóris enfrenta, a princípio, o tédio e a frustração. Porém, aos poucos, ele é envolvido pela vida simples, pelas tradições e pelos valores da comunidade — participando inclusive dos preparativos para a Primeira Festa Ucraniana da Serra da Kalena. Essa experiência transforma a relação entre avô e neto e mostra que, às vezes, a melhor conexão não está na tela de um celular, mas nos laços humanos e na vivência das próprias raízes.
A história, além de entreter, traz reflexões profundas sobre a importância da família, das tradições culturais e da redescoberta de si mesmo, temas que se tornaram ainda mais relevantes em um mundo cada vez mais digital e acelerado. Ao colocar Prudentópolis como cenário e inspiração, a produção também destaca a riqueza cultural da imigração ucraniana no Paraná, celebrando festas, comidas típicas, música e o forte senso de comunidade que permeia a vida local — elementos que enriquecem a narrativa e aproximam a audiência da realidade retratada.
A estreia de Meu Avô Stanislau na Tela Quente — tradicional espaço de filmes exibidos pela Globo nas noites de segunda — representa uma conquista importante para o cinema regional, pois leva uma produção com forte identidade local para um público amplo em todo o Brasil. Essa visibilidade contribui para fortalecer o audiovisual nacional, dar voz a talentos locais e inspirar novas gerações de cineastas e artistas.
Em resumo, Meu Avô Stanislau promete ser mais do que um telefilme: é um convite para refletir sobre o valor das relações humanas, o papel da memória e da cultura na construção de quem somos e como podemos encontrar equilíbrio entre tradição e modernidade. Ao estrear na Tela Quente no dia 2 de fevereiro de 2026, a obra chega para capturar corações e conectar espectadores de todas as idades, mostrando que, na jornada da vida, as histórias familiares muitas vezes são as mais universais.