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02/12/25 - às 14:35
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Custando entre R$ 2 mil e R$ 4 mil no mercado, o método agora é ofertado gratuitamente no estado.
Até o fim de novembro, mais de 25 mil unidades do produto chegaram ao Paraná e foram distribuídas entre 38 municípios com mais de 50 mil habitantes. De acordo com informações da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), a previsão é de que no próximo semestre o método esteja disponível em todas as 22 Regionais de Saúde.
Em parceria da Sesa com o Ministério da Saúde, também foram realizados, na última terça-feira (25), treinamentos para capacitar equipes de saúde das cidades contempladas em relação ao manuseio e inserção do contraceptivo.
O acesso ao produto será garantido para adolescentes e mulheres entre 18 e 49 anos, conforme critérios do Ministério da Saúde.
Quem desejar fazer uso desse método contraceptivo, deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência e passar por uma avaliação com médico ou enfermeiro. O implante será distribuído inicialmente nas UBSs dos seguintes municípios:
Almirante Tamandaré
Apucarana
Arapongas
Araucária
Cambé
Campina Grande do Sul
Campo Largo
Campo Mourão
Cascavel
Castro
Cianorte
Colombo
Curitiba
Fazenda Rio Grande
Foz do Iguaçu
Francisco Beltrão
Guarapuava
Ibiporã
Irati
Londrina
Marechal Cândido Rondon
Maringá
Medianeira
Palmas
Paranaguá
Paranavaí
Pato Branco
Pinhais
Piraquara
Ponta Grossa
Prudentópolis
Rolândia
São José dos Pinhais
Sarandi
Telêmaco Borba
Toledo
Umuarama
União da Vitória
O SUS também oferece outros métodos contraceptivos, como DIU de cobre, pílulas, injetáveis, preservativos, laqueadura e vasectomia.
O implante contraceptivo subdérmico é apontado como um dos mais modernos disponíveis no mercado. Ele é inserido sob a pele do braço e libera continuamente o hormônio etonogestrel, que impede a ovulação.
Esse método atua no organismo por até três anos, sem necessidade de intervenções durante esse período. Assim como o DIU de cobre, o implante é classificado como LARC, sigla em inglês para contraceptivos reversíveis de longa duração, que são considerados mais seguros e eficazes por não dependerem do uso contínuo ou correto por parte do usuário.
Após o tempo de eficácia, o implante deve ser retirado e, se houver interesse, é possível inserir outro imediatamente pelo próprio SUS. A fertilidade também retorna rapidamente após a remoção.

Informações complementares G1 Parana.